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        Faustino Asprilla, a maravilha colombiana

        Texto por ogol.com.br
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        Explosivo dentro e fora dos gramados, Faustino Asprilla é considerado não apenas um dos grandes atacantes da história do futebol colombiano, como também da América do Sul. 

        Herói em seu país, considerado por Valderrama o maior jogador de futebol da história da Colômbia, atuou em sete outros países, incluindo o Brasil, e disputou duas Copas do Mundo com a camisa da seleção colombiana. 

        Asprilla começou a carreira no Cúcuta Deportivo no fim dos anos 1980. Logo sua habilidade, força de arranque e gols chamaram a atenção do Atlético Nacional. 

        Asprilla tinha fome não apenas de gols: foi apelidado de "Polvo" pelos companheiros por colocar tudo que vinha para dentro. Com essa fome, conquistou a torcida verdolaga

        Ainda jovem, fez parte de um dos maiores times da história do Atlético Nacional, com Higuita, Valderrama e Aristizábal. Foi artilheiro e campeão do Campeonato Colombiano antes de ser negociado com o futebol italiano. 

        Os títulos na Itália 

        Com o suporte financeiro da Parmalat, o Parma investiu 11 milhões de dólares para contratar Asprilla, que já fazia parte da seleção principal da Colômbia. 

        Apesar de não conseguir sucesso imediato na Itália, com muitas confusões fora dos gramados, Asprilla conseguiu o gol que encerrou a longa invencibilidade do Milan em San Siro na década de 1990. 

        Pouco depois do gol contra o Milan, Asprilla marcou duas vezes em Madri na vitória que colocou o Parma na final da Recopa da Europa, título que acabou conquistado pela equipe italiana. 

        Curioso foi que Asprilla não jogou a decisão. Motivo? O atacante tentou agredir um motorista de ônibus em uma briga de trânsito. O próprio Asprilla nunca escondeu o ocorrido. 

        "Um motorista de ônibus bateu no meu carro e quando saí para entrar no ônibus ainda fechou a porta na minha cara. Era uma daquelas portas de segurança. Então, dei um pontapé nessa porta, o meu pé entrou pelo vidro e me cortou quando tirei o pé. Estava furioso. Se tivesse entrado no ônibus, tinha batido nele, mas conseguiu fugir", contou, anos mais tarde. 

        Na temporada seguinte, Asprilla conquistou a Supercopa da Europa contra o Milan. As glórias internacionais do Parma continuaram em 1995 com a conquista da Copa Uefa. Asprilla brilhou especialmente na semifinal, com três gols em cima do Bayer Leverkusen. 

        Craque em Copas e mudança de ares

        Entre as conquistas no Parma, Asprilla se consolidou na seleção colombiana. Em 1993, marcou dois gols na histórica goleada colombiana sobre a Argentina, em Nuñez, por 5 a 0. 

        Na Copa do ano seguinte, entretanto, a campanha colombiana foi abaixo do esperado e o time acabou eliminado ainda na primeira fase. O desempenho ruim conseguiu ser amenizado pela campanha semifinalista na Copa América de 1995. 

        Em 1996, depois de ter perdido a final da Supercopa da Itália para a Juventus, Asprilla deixou o Parma rumo a Inglaterra. Sua passagem pelo Newcastle, entretanto, não foi marcante. 

        Depois de 18 gols em 62 partidas no futebol inglês, Asprilla deixou o Newcastle e voltou ao Parma. Foi sua pior passagem na equipe italiana. O atacante entrava em decadência e, em 1998, jogou apenas uma partida na Copa na França, e deixou os palcos dos Mundiais sem qualquer gol. 

        Passagem no Brasil 

        Se o Parma já havia desistido de Asprilla, apenas coadjuvante no título da Copa Uefa em 1999, a Parmalat, não. A empresa negociou a ida do colombiano para o futebol brasileiro para defender o Palmeiras. 

        As atuações de Asprilla no Verdão foram irregulares: o colombiano nunca conseguiu ser um titular absoluto do time, apesar de ter marcado alguns belos gols. 

        Sua trajetória no clube ficou marcada por títulos perdidos: foi vice-campeão do Intercontinental, da Mercosul e da Libertadores.  Conquistou, por outro lado e sem protagonismo, a Copa dos Campeões e o Rio-São Paulo em 2000. 

        No mesmo ano, Asprilla resolveu deixar o Parque Antártica e foi jogar no Fluminense, mas tampouco conseguiu sucesso e ficou ainda menos tempo nas Laranjeiras. 

        Os últimos anos da carreira de Asprilla, cada vez mais envolvido em polêmicas, foram arrastados. Passou pelo Atlanta, do México; voltou ao Atlético Nacional; jogou na Universidad de Chile e no Estudiantes e pendurou as chuteiras pelo Cortuluá em 2004. 

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        Faustino Asprilla (COL)
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