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        Alberto Spencer, o Senhor Libertadores

        Texto por ogol.com.br
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        Na década de 1960, Pelé era consagrado como Rei do Futebol. Mas na América, quem mandava era Alberto Spencer, o maior ídolo da história do futebol equatoriano. 

        Spencer começou a carreira no Everest de Guayaquil. Mas para ir longe na carreira, o atacante precisaria de muitos gols para chamar a atenção dos grandes do  continente. 

        Spencer, então, o fez. Tinha média de mais de um gol por partida ao longo de várias temporadas. Até que, aos 22 anos, foi levado ao futebol uruguaio para defender o Peñarol. 

        Em seu segundo ano de clube, o equatoriano disputou a primeira Libertadores da história, em 1960. O atacante não se intimidou: manteve a média de um gol por jogo, foi artilheiro com sete gols e o Peñarol foi campeão sobre o Olímpia. 

        Spencer até marcou, mas o Peñarol acabou derrotado pelo Real Madrid, de Puskás e Di Stéfano na final do Mundial (então Intercontinental). Mas na América, Spencer continuou mandando nos anos seguintes. 

        Na temporada seguinte, o Peñarol voltou para a final da Libertadores e Spencer marcou o gol na vitória sobre o Palmeiras, de Djalma Santos e Julinho Botelho. De novo campeão continental, a equipe uruguaia voltou ao Intercontinental, dessa vez com vitória sobre o Benfica.  

        Os anos de Spencer no Peñarol foram assim: recheados de gols e títulos. Artilheiro duas vezes da Libertadores, quatro do Uruguaio e campeão oito vezes nacional. 

        Seu terceiro, e último, título da Libertadores veio em 1966. Depois de perder uma final para o Santos, de Pelé, o Peñarol bateu na final de 1966 o River Plate, em um jogo emocionante que terminou 4 a 2 para os equatorianos, dois gols de Spencer. 

        No Intercontinental, o Peñarol conseguiu, enfim, superar o Real Madrid. Spencer foi o grande nome do torneio, artilheiro com três gols. 2 a 0 no Equador e 2 a 0 em Madri. 

        Spencer deixou o Peñarol apenas em 1970. Seus últimos anos de carreira foram também com gols pelo Barcelona de Guayaquil, com a conquista de um Campeonato Equatoriano. Mas seu grande feito na carreira foi na Libertadores: com gols também pela equipe equatoriana, Spencer se consolidou como maior artilheiro da história do torneio, com 54 gols. 

        Apesar de ter feito apenas um gol em sua única Copa América que disputou pelo Equador, Spencer marcou história no continente como o Senhor Libertadores. 

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