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Thierry Henry: ídolo do Arsenal e carrasco brasileiro

Texto por ogol.com.br
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Thierry Henry se tornou um príncipe em Monaco e virou rei em Londres. Contra o Brasil, foi um carrasco lembrado por muitos anos. Na história do futebol, está marcado como um dos grandes jogadores franceses de todos os tempos. 

O atacante tem muito a agradecer a um nome: Arsène Wenger. Com o treinador, iniciou a carreira no Monaco e fez duas temporadas marcantes pela equipe do Principado. Tanto que acabou vendido, no final da década de 1990, para a Juventus. 

Antes de chegar em Turim, Henry já era campeão mundial. Com três gols e participação ativa na campanha francesa em 1998, comemorou, pela primeira vez, às custas do choro brasileiro no primeiro título mundial francês. Dois anos depois, Henry voltaria a ser campeão pela França, dessa vez da Eurocopa, sobre a Itália (o terceiro, e último título, viria em 2003, com a conquista da Copa das Confederações na qual foi protagonista). 

Desprezado na Itália, mas um rei em Londres

A transferência para a Itália depois do título mundial não vingou e, mesmo antes da virada do século, Henry deixou a Velha Senhora. Sem se adaptar ao futebol italiano, e após apenas três gols em 21 jogos, escolheu o futebol inglês como próximo destino. E só teve essa opção porque Arsène Wenger comandava o Arsenal. 

Com Wènger, Henry reencontrou as glórias. Logo na primeira temporada, foi vice-campeão inglês e vice da Copa Uefa, com derrota nos pênaltis para o Galatasaray. Marcou 26 gols em 48 jogos e mostrou ser aquele mesmo garoto revelado por Wènger na França. 

De início, Henry sofreu um pouco com a fama de vice. Na segunda Premier League que disputou, ficou novamente em segundo. Mas isso acabaria na temporada seguinte, com a conquista, enfim, da Premier League, e como protagonista. 

O auge do Arsenal, de Wènger e Henry, foi na temporada 2003/04. Os Gunners foram novamente campeões da Premier League, dessa vez sem perder qualquer jogo na campanha. Henry teve a melhor temporada em gols da carreira: 39 tentos em 51 partidas. 

Em 2006, o jogador teve a chance de levar os londrinos a um lugar maior: o clube chegou na decisão da Liga dos Campeões, com gols de Henry nas oitavas, contra o Real Madrid, e nas quartas, fazendo valer a lei do ex diante da Juventus. 

A decisão acabou por ser em casa para Henry: em Paris. Os Gunners até saíram na frente no lendário Stade de France, mas um herói improvável chamado Juliano Belletti deu o título ao Barcelona já perto do fim da partida. 

Os encontros com Ronaldinho e o fim da carreira

Ainda em 2006, Henry disputou sua terceira Copa do Mundo com a seleção francesa. Nas quartas de final, foi carrasco do Brasil marcando o gol que eliminou o time de Ronaldinho Gaúcho e companhia da competição, aproveitando cobrança de falta na área. 

A França, com Henry e Zidane, chegou, mais uma vez, na final. Dessa vez, porém, a decisão ficou marcada pela cabeçada de Zidane em Materazzi. Sem o craque, os franceses acabaram derrubados pelos italianos nos pênaltis. 

Ironia ou não do destino, Ronaldinho Gaúcho e Henry ainda teriam que se encontrar outras vezes, já que o francês foi jogar no Barcelona. Longe de ter o mesmo protagonismo que no Arsenal, mas ainda com gols e títulos, Henry terminou trajetória na Catalunha com 49 tentos em 121 partidas e um bicampeonato que mostrou a soberania do clube na Espanha. 

Presente ainda na Copa de 2010, a última da carreira e sem o mesmo sucesso, Henry jogou os últimos anos no New York Red Bulls, pendurando as chuteiras em 2014 após 52 gols em 135 jogos pela equipe estadunidense. 

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