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        O craque Neto

        Texto por ogol.com.br
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        Polêmico, sim. Mas antes disso, um craque. Um dos maiores ídolos da história do Corinthians e também do Guarani, Neto deixou seu nome marcado no futebol brasileiro na década de 1990. 

        Nascido em Santo Antônio de Posse em 9 de setembro de 1966, Neto começou a jogar em sua cidade natal no União Possensse. Se misturava no meio dos meninos mais velho e, ainda assim, se destacava. 

        Logo, sua cidade ficou pequena para seu talento. Se mudou para Campinas para treinar na base da Ponte Preta. Mas, depois de ter um alojamento negado pelo clube, foi para o rival, Guarani. 

        Início no Guarani

        No Brinco de Ouro, Neto morou no alojamento por alguns anos. Foi no estádio que deu seus primeiros chutes como jogador profissional, e que chutes! 

        Neto encantava em Campinas e já era visto como uma das grandes revelações do futebol brasileiro, convocado, na metade daquela década, para o Sul-Americano sub-17 e, mais tarde, para as Olimpíadas. 

        Emprestado, atuou no Bangu, em sua única passagem pelo futebol carioca, e no São Paulo, fazendo, brevemente, parte dos Menudos do Morumbi campeões do Paulista de 1987. Jogou também sua primeira Libertadores. 

        Voltou ao Bugre em 1988 e ficou marcado pelo golaço de bicicleta que fez contra o Corinthians na final daquele Campeonato Paulista. O Guarani acabou vice-campeão.

        Depois do Campeonato Brasileiro, foi levado pelo técnico Émerson Leão ao Palmeiras, mas não ficou muito tempo. Eliminado no Paulista, Neto acabou virando moeda de troca com o Corinthians na negociação que levou Ribamar ao Verdão. 

        Ídolo da Fiel 

        No Parque São Jorge, Neto se tornou um craque, uma lenda, um jogador decisivo nas bolas paradas. Um verdadeiro ídolo da Fiel, em uma trajetória que teve como ápice o ano de 1990. 

        O segundo ano de Neto no Corinthians foi o ano do título brasileiro. Título brasileiro como protagonista, com atuações decisivas como nas quartas de final, contra o Atlético Mineiro, ou na semifinal, diante do Bahia. 

        Neto poderia, inclusive, ter ido para a Copa daquele ano, mas o técnico Sebastião Lazaroni não aceitava seu temperamento forte. Provavelmente por isso, Neto não jogou tanto na seleção. 

        Foram apenas 14 partidas e cinco gols. Quando esteve em campo, Neto se mostrou útil. Mas sua trajetória na seleção teve como único torneio a Copa América de 1991, e último jogo um amistoso com a Polônia em 1993. 

        Nesses anos todos, Neto seguiu como o grande nome do Corinthians, polêmicas à parte. Até a partida, em 1993, para defender o Millonarios, da Colômbia. 

        A partir de então, Neto teve uma carreira de andarilho, defendendo equipes como Atlético Mineiro, Santos, Matsubara, Guarani e Araçatuba. Voltou ao Corinthians em 1996 e, no ano seguinte, conquistou sua última taça com a Fiel: o Campeonato Paulista. 

        Foi, provavelmente, a última grande campanha de Neto. Depois de passar por Osan e Paulista, Neto encerrou, no final da década, a carreira no Deportivo Itália, da Venezuela. 

        Com as chuteiras penduradas, Neto virou comentarista e apresentador na TV, sempre com opiniões fortes, muitas vezes polêmicas. Autenticidade nunca deixou de ser a marca do craque Neto. 

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        Zé Neto (BRA)
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