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          Jean-Pierre Papin: o Senhor Gol

          Texto por ogol.com.br
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          Nas décadas de 1980 e 1990, Jean-Pierre Papin era sinônimo de gols. O atacante tinha o chamado faro de gol e fez história na seleção francesa, além de deixar o nome marcado em alguns clubes. 

          Nasceu na pequena vila costeira de Boulogne-sur-Mer, no Pas-De-Calais, em 05 de novembro de 1963. Como cresceu em Jeumount, teve de iniciar sua trajetória no futebol por ali. Mas seus gols foram logo o fazendo romper barreiras. 

          Vichy e Valenciennes foram seus primeiros clubes profissionais e, acostumado a viver perto da fronteira com a Bélgica, se aventurou também no Club Brugge, onde também mostrou seu faro artilheiro. 

          O bom desempenho no início de carreira o rendeu uma vaga no Olympique de Marseille, que estava montando um grande time na metade dos anos 1980. Papin já era jogador de seleção, tendo marcado dois gols em quatro jogos na Copa de 1986. 

          A França, de Michel Platini, acabou eliminada na semifinal, pela Alemanha. Papin manteve a cabeça alta e, nos anos seguintes, se tornou um dos grandes nomes da história do Marseille. 

          Com os gols de Papin, o Olympique foi tetracampeão francês e chegou a uma final de Liga dos Campeões. O atacante foi, por cinco anos seguidos, o artilheiro isolado do Campeonato Francês. 

          Artilheiro também três anos seguidos na Liga dos Campeões, Papin viveu o ápice em 1991, quando recebeu a Bola de Ouro e se consagrou, de vez, como grande artilheiro do futebol mundial. Ganhou o apelido de Monsieur But, ou "Senhor Gol". 

          O goleador chegou com grande expectativa para a Eurocopa de 1992, mas, apesar dos dois gols que fez em três jogos, a França voltou de mãos vazias e Papin nunca conquistou um título por seu país, apesar dos 30 gols em 54 jogos. 

          O atacante venceu também com a camisa do Milan. Contratado por Silvio Berlusconi e treinado por Arrigo Sacchi, Papin teve alguma dificuldade em se tornar protagonista, mas foi duas vezes campeão italiano e levantou a taça que faltava: a da Liga dos Campeões. 

          Sua passagem seguinte, no Bayern de Munique, foi ainda menos feliz, apesar do título da Liga Europa, então Copa Uefa. Papin, então, voltou para a França. 

          Voltou a viver boa temporada no Bordeaux, mas nunca mais vestiu a camisa  azul da seleção e colocou um ponto final na carreira defendendo o Guingamp, apesar de anos mais tarde ter voltado aos gramados em equipes semi amadoras. 

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          Fotografias(2)

          Jean-Pierre Papin
          Paris SG x Marseille 1991
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