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        Éder: a bomba de Vespasiano

        Texto por ogol.com.br
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        Mineiro de Vespasiano, Éder, de sobrenome Aleixo, carrega o nome de sua cidade no apelido: a bomba de Vespasiano. Ficou marcado na carreira pelo petardo que soltava de perna canhota. Fez história como um dos grandes ídolos da história do Atlético Mineiro e disputou a Copa de 1982 com a seleção brasileira. 

        Inicialmente, dona Zilda Batista, mãe de Éder, não queria ver o filho envolvido com futebol. Mas não teve jeito: incentivado pelo pai em um primeiro momento, e logo depois por dona Zilda, que se rendeu, Éder iniciou carreira no América Mineiro. 

        Pelo Coelho, ainda muito jovem, fez um jogo contra os gaúchos do Grêmio, time então comandado por Telê Santana. Um dos grandes técnicos do futebol brasileiro, Telê viu potencial em Éder e logo o levou para Porto Alegre para vestir a camisa tricolor. 

        Quando chegou ao Grêmio, Éder via o clube sofrer com a pressão de oito títulos gaúchos seguidos do Inter. O jovem mineiro, porém, se firmou no time e, com suas pancadas, ajudou o Tricolor a encerrar a sequência positiva dos colorados. 

        Campeão do Gaúcho também em 1979, Éder não chegou a se tornar um ídolo tricolor. Tudo porque naquele ano o coração falou mais alto. O meia foi trocado por Paulo Isidoro e voltou para Minas Gerais para defender o clube do coração, o Atlético Mineiro. 

        No Galo, Éder se consolidou como um dos principais pontas do país. Motivado por jogar no clube que amava, fez os golaços de falta virarem rotina. Também passou a ser rotina, por outro lado, as notícias fora de campo. O jogador era muitas vezes presença frequente em bares na noite de BH. 

        As andanças pela noite mineira, porém, não atrapalharam o desempenho do jogador em campo. Éder se tornou um dos grandes ídolos da história do Galo, sendo protagonista na sequência de seis títulos seguidos no Campeonato Mineiro. Em 1980, participou também da campanha que acabou com o vice-campeonato brasileiro do clube. A derrota para o Flamengo, de Zico, foi uma das grandes decepções do jogador no clube. 

        Éder era figurinha carimbada, também, na seleção brasileira. Telê Santana seguiu sendo seu fã e o tornou peça importante para um time que encantou o mundo no início da década de 1980. A seleção brasileira que jogou a Copa de 1982 é considerada, por muitos, um dos grandes times brasileiros de todos os tempos. 

        Naquela Copa, que acabou com a derrota para a Itália, Éder apresentou ao mundo seus petardos e, com um chute espetacular, marcou um golaço contra a União Soviética. Contra a Escócia, mostrou categoria ao anotar outra pintura com toque por cima do goleiro. 

        Depois da Copa, Éder seguiu convocado para a seleção e em alta no Atlético. Em 1983, recebeu a Bola de Prata da revista Placar pelas atuações no Brasileiro daquele ano. Ficou no Galo até 1985, quando passou a rodar por outras equipes brasileiras. 

        No Palmeiras, marcou um golaço olímpico contra o Corinthians, em clássico paulista. Jogou também em Santos, Sport e Botafogo, e teve passagens por Cerro Porteño, do Paraguai, e Malatyaspor, da Turquia, antes de voltar ao Galo, em 1988. 

        O ponta voltaria a ser campeão mineiro pelo Alvinegro, mas foi no maior rival, o Cruzeiro, que conquistou seu único título a nível nacional: em 1993, Éder foi campeão da Copa do Brasil pela Raposa em cima do Grêmio que o revelou. No final da carreira, Éder ainda defendeu equipes menores, como União São João, Guará e Montes Claros, até pendurar as chuteiras, em 1997. 

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