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        Mudança de treinadores será menos frequente

        40% dos clubes da última Série A não se enquadrariam no novo regulamento da CBF

        2021/03/25 16:29
        ogol.com.br
        E2

        O Campeonato Brasileiro de 2021 terá como grande novidade a limitação na troca de treinadores, que vale tanto para os clubes quanto para os profissionais. A CBF tenta evitar a tradicional dança das cadeiras no comando das equipes na elite do futebol nacional, algo que aconteceu com frequência na última temporada. 

        Levando em conta as trocas de técnicos na última Série A, 40% dos times da elite não se enquadrariam no novo regulamento, que diz que uma equipe só pode demitir e trocar um técnico (caso demita o segundo, terá de usar um profissional que trabalha no clube há pelo menos seis meses). 

        As trocas, na maior parte das vezes, foram na parte inferior da tabela, mas não sempre. O Sport, por exemplo, terminou em 15° e trocou apenas uma vez de técnico (Daniel Paulista por Jair Ventura). 11° colocado, o Ceará foi um dos quatro times que não mudaram o comando. Só Jorge Sampaoli, Renato Portaluppi, Cuca e Guto Ferreira começaram e terminaram o Brasileirão. 

        Oito das 20 equipes trocaram de técnico mais que o permitido na nova regra. O Bragantino é um caso à parte: entre Felipe Conceição e Maurício Barbieri houve o auxiliar Marcinho, que estava há apenas um mês no clube e não se enquadra no período de seis meses que pede o novo regulamento. O Athletico Paranaense, que começou o campeonato com Dorival Júnior, demitiu um interino que havia se tornado efetivo (Eduardo Barros) e em seguida foi comandado em conjunto por Paulo Autuori e António Oliveira. 

        Com relação aos técnicos, não houve nenhum que treinou mais que duas equipes. Apenas seis comandaram dois times: Rogério Ceni (Fortaleza e Flamengo), Vanderlei Luxemburgo (Palmeiras e Vasco), Paulo  Autuori (Botafogo e Athletico Paranaense), Vágner Mancini (Atlético Goianiense e Corinthians), Enderson Moreira (Fortaleza e Goiás) e Eduardo Barroca (Coritiba e Botafogo).

        A ciranda de técnicos, ao que tudo indica, parece ter chegado ao fim no Brasileirão. Se alguém quiser mudar, terá de pensar duas vezes antes.  

        Confira as mudanças no Brasileirão da última temporada:

        Flamengo: Domènec Torrent e Ceni (2 técnicos)

        Internacional: Coudet e Abel Braga (2 técnicos)

        Atlético Mineiro: Sampaoli (1 técnico)

        São Paulo: Diniz e Marcos Vizolli (1 técnico e 1 interino)

        Fluminense: Odair Hellmann e Marcão  (2 técnicos)

        Grêmio: Renato Portaluppi (1 técnico)

        Palmeiras: Vanderlei Luxemburgo, Abel Ferreira e Andrey Lopes, que chegou a assumir como interino - é auxiliar permantence (2 técnicos e 1 interino do clube)

        Santos: Cuca (1 técnico)

        Athletico Paranaense: Dorival Jr, Eduardo Barros (profissional do clube que acabou demitido), Autuori e António Oliveira (trabalho conjunto dos dois últimos)

        Bragantino: Felipe Conceição, Marcinho (interino do clube) e Maurício Barbieri (2 técnicos e 1 interino, mas Marcinho estava há pouco tempo no Massa Bruta)

        Ceará: Guto Ferreira (1 técnico)

        Corintians: Tiago Nunes, Vágner Mancini e Dyego Coelho (2 técnicos e 1 interino do clube)

        Atlético Goianiense: Vágner Mancini, Eduardo Souza (interino do clube) e Marcelo Cabo (2 técnicos e 1 interino do clube)

        Bahia: Roger Machado, Mano Menezes, Cláudio Prates (interino do clube) e Dado Cavalcanti (3 técnicos e 1 interino do clube)

        Sport: Daniel Paulista e Jair Ventura (2 técnicos)

        Fortaleza: Rogério Ceni, Marcelo Chamusca e Enderson Moreira (3 técnicos)

        Vasco: Ramón Menezes, Alexandre Grasseli (auxiliar do clube), Ricardo Sá Pinto e Vanderlei Luxemburgo (3 técnicos e 1 interino do clube)

        Goiás: Augusto César (interino do clube), Gláuber Ramos (interino do clube), Enderson Moreira, Tiago Larghi e Ney Franco (3 técnicos e dois interinos)

        Coritiba: Eduardo Barroca, Jorginho, Rodrigo Santana, Gustavo Morínigo e Pachequinho (interino) (4 técnicos e 1 interino)

        Botafogo: Paulo Autuori, Bruno Lazaroni (interino do clube), Ramón Díaz, Eduardo Barroca e Lúcio Flávio (3 técnicos e 2 interinos)

        Comentários (2)
        Tenha em atenção as Regras de Conduta antes de escrever o seu comentário. Se não as conhece poderá ser uma boa oportunidade para o fazer aqui.
        motivo:
        Proposta da CBF
        2021-03-25 21h23m por LukyMax_Santiago
        É não demitir, ou seja o treinador e o clube podem só demitir uma vez, agora se o caso da saída do treinador não for por demissão, poderá contratar sem problemas, pelo menos assim que se entende.
        WI
        Coisas de CBF
        2021-03-25 18h59m por WillOliver2005
        A minha pergunta é: Se o técnico receber uma proposta do futebol chinês ou do mundo árabe, o clube será punido, não podendo contratar outro técnico se esse que recebeu a proposta ter sido o segundo, vai ser obrigado a usar um da divisão de base kkk só a CBF consegue essas proezas kkk
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