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Nome da competição
Centro financeiro e comercial do Brasil, São Paulo não é apenas a maior cidade do país. A megalópole também figura entre as mais populosas do mundo, com pouco mais de 11 milhões de habitantes distribuídos em uma área de 1.523 quilômetros quadrados. Localizada na região Sudeste, é conhecida por muitos como a "Terra da Garoa", homenagem ao clima instável e chuvoso.  A vocação de São Paulo para o trabalho atraiu um enorme contingente de imigrantes logo após a virada do século XIX. Como resultado, a capital do estado de São Paulo tornou-se, de longe, a cidade com a maior diversidade étnica do Brasil, abrigando aproximadamente 100 etnias diferentes que ajudaram a construir a maior economia do país, responsável por 12,26% do Produto Interno Bruto (PIB).  Apesar de ser um destino comercial inevitável, São Paulo oferece muito mais do que apenas o trabalho. Na verdade, os paulistanos vivem em um centro cultural de altíssimo nível e repleto de opções, que vão dos mais diversos concertos e exposições até a colossal cena gastronômica com mais de 12 mil restaurantes. "Sampa" também transborda de atrações turísticas que enchem os olhos de qualquer um, como o bairro japonês da Liberdade, o Parque do Ibirapuera, os elegantes centros de compras e o charmoso centro da cidade.  Não é por acaso, portanto, que a região metropolitana de São Paulo comporta os dois aeroportos mais movimentados da América do Sul: Congonhas, usado principalmente para voos nacionais, e Guarulhos, que oferece voos para 28 países diferentes.  Futebol  São Paulo é o berço do futebol brasileiro. Lá nasceu Charles Miller, brasileiro de ascendência inglesa e escocesa que apresentou o esporte bretão à cidade em 1894 e ajudou a propagá-lo rapidamente por todo o país. Três dos clubes mais fortes do Brasil são de São Paulo: os velhos rivais Corinthians, Palmeiras e São Paulo, que, juntos, possuem incríveis 14 títulos do Campeonato Brasileiro. Corinthians e São Paulo já conquistaram a Copa do Mundo de Clubes da FIFA, em 2000 e 2005, respectivamente. Outros clubes tradicionais, como a Portuguesa de Desportos e o Juventus, completam o competitivo cenário futebolístico da metrópole. O Santos, da cidade de mesmo nome, é o outro grande clube do estado. Bicampeão mundial de clubes, em 1962 e 1963, teve um dos maiores times de todos os tempos, com craques do quilate de Gilmar, Zito, Pepe e o maior de todos, Pelé. Sua torcida não está mais limitada à cidade praiana, tendo um grande número de admiradores também em São Paulo e em outras cidades do país. A casa do São Paulo, o Morumbi, é o maior estádio da cidade na atualidade e foi um dos palcos da primeira Copa do Mundo de Clubes da FIFA, em 2000. Já o Pacaembu, de propriedade da prefeitura e casa do incrível Museu do Futebol, recebeu seis partidas da Copa do Mundo da FIFA Brasil 1950. O Palestra Itália é o estádio do Palmeiras.

Fonte: http://pt.fifa.com/worldcup/destination/cities/city=1047/index.html

http://www.capital.sp.gov.br/portalpmsp/homec.jsp

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Falar de São Paulo implica, antes de tudo, conhecer sua história. Uma história tão rica que conta a vida de uma nação. Falar de São Paulo implica conhecer a história de seu povo. Um povo desbravador, bandeirante, e que, com infinita coragem, subiu serras e abriu florestas para marcar seu território. Falar de São Paulo implica revelar suas notáveis conquistas. A fundação de São Paulo insere-se no processo de ocupação e exploração das terras americanas pelos portugueses, a partir do século XVI. Inicialmente, os colonizadores fundaram a Vila de Santo André da Borda do Campo (1553), constantemente ameaçada pelos povos indígenas da região. Nessa época, um grupo de padres da Companhia de Jesus, da qual faziam parte José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, escalaram a serra do mar chegando ao planalto de Piratininga onde encontraram "ares frios e temperados como os de Espanha" e "uma terra mui sadia, fresca e de boas águas". Do ponto de vista da segurança, a localização topográfica de São Paulo era perfeita: situava-se numa colina alta e plana, cercada por dois rios, o Tamanduateí e o Anhangabaú. Nesse lugar, fundaram o Colégio dos Jesuítas em 25 de janeiro de 1554, ao redor do qual iniciou-se a construção das primeiras casas de taipa que dariam origem ao povoado de São Paulo de Piratininga. Em 1560, o povoado ganhou foros de Vila e pelourinho mas a distância do litoral, o isolamento comercial e o solo inadequado ao cultivo de produtos de exportação, condenou a Vila a ocupar uma posição insignificante durante séculos na América Portuguesa. Por isso, ela ficou limitada ao que hoje denominamos Centro Velho de São Paulo ou triângulo histórico, em cujos vértices ficam os Conventos de São Francisco, de São Bento e do Carmo. Até o século XIX, nas ruas do triângulo (atuais ruas Direita, XV de Novembro e São Bento) concentravam-se o comércio, a rede bancária e os principais serviços de São Paulo. Em 1681, São Paulo foi considerada cabeça da Capitania de São Paulo e, em 1711, a Vila foi elevada à categoria de Cidade. Apesar disso, até o século XVIII, São Paulo continuava como um quartel-general de onde partiam as "bandeiras", expedições organizadas para apresar índios e procurar minerais preciosos nos sertões distantes. Ainda que não tenha contribuído para o crescimento económico de São Paulo, a actividade bandeirante foi a responsável pelo devassamento e ampliação do território brasileiro a sul e a sudoeste, na proporção directa do extermínio das nações indígenas que opunham resistência a esse empreendimento. A área urbana inicial, contudo, ampliou-se com a abertura de duas novas ruas, a Líbero Badaró e a Florêncio de Abreu. Em 1825, inaugurou-se o primeiro jardim público de São Paulo, o atual Jardim da Luz, iniciativa que indica uma preocupação urbanística com o embelezamento da cidade. No início do século XIX, com a independência do Brasil, São Paulo firmou-se como capital da província e sede de uma Academia de Direito, convertendo-se em importante núcleo de actividades intelectuais e políticas. Concorreram também para isso, a criação da Escola Normal, a impressão de jornais e livros e o incremento das actividades culturais. No final do século, a cidade passou por profundas transformações económicas e sociais decorrentes da expansão da lavoura cafeeira em várias regiões paulistas, da construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí (1867) e do afluxo de imigrantes europeus. Para se ter uma idéia do crescimento vertiginoso da cidade na virada do século, basta observar que em 1895 a população de São Paulo era de 130 mil habitantes (dos quais 71 mil eram estrangeiros), chegando a 239.820 em 1900!). Nesse período, a área urbana se expandiu para além do perímetro do triângulo, surgiram as primeiras linhas de bondes, os reservatórios de água e a iluminação a gás. Esses factores somados já esboçavam a formação de um parque industrial paulistano. A ocupação do espaço urbano registou essas transformações. O Brás e a Lapa transformaram-se em bairros operários por excelência; ali concentravam-se as indústrias próximas aos trilhos da estrada de ferro inglesa, nas várzeas alagadiças dos rios Tamanduateí e Tietê. A região do Bexiga foi ocupada, sobretudo, pelos imigrantes italianos e a Avenida Paulista e adjacências, áreas arborizadas, elevadas e arejadas, pelos palacetes dos grandes cafeicultores . As mais importantes realizações urbanísticas do final do século foram, de fato, a abertura da Avenida Paulista (1891) e a construção do Viaduto do Chá (1892), que promoveu a ligação do "centro velho" com a "cidade nova", formada pela rua Barão de Itapetininga e adjacências. É importante lembrar, ainda, que logo a seguir (1901) foi construída a nova estação da São Paulo Railway, a notável Estação da Luz. Do ponto de vista político-administrativo, o poder público municipal ganhou nova fisionomia. Desde o período colonial São Paulo era governada pela Câmara Municipal, instituição que reunia funções legislativas, executivas e judiciárias. Em 1898, com a criação do cargo de Prefeito Municipal, cujo primeiro titular foi o Conselheiro Antônio da Silva Prado, os poderes legislativo e executivo se separaram. O século XX, em suas manifestações económicas, culturais e artísticas, passa a ser sinónimo de progresso. A riqueza proporcionada pelo café espelha-se na São Paulo "moderna", até então acanhada e tristonha capital. Trens, bondes, electricidade, telefone, automóvel, velocidade, a cidade cresce, agiganta-se e recebe muitos melhoramentos urbanos como calçamento, praças, viadutos, parques e os primeiros arranha-céus. O centro comercial com seus escritórios e lojas sofisticadas, expõe em suas vitrinas a moda recém lançada na Europa. Enquanto o café excitava os sentidos no estrangeiro, as novidades importadas chegavam ao Porto de Santos e subiam a serra em demanda à civilizada cidade planaltina. Sinais telegráficos traziam notícias do mundo e repercutiam na desenvolta imprensa local. Nos navios carregados de produtos finos para damas e cavalheiros da alta classe, também chegavam os imigrantes italianos e espanhóis rumo às fazendas ou às recém instaladas indústrias, não sem antes passar uma temporada amontoados na famosa hospedaria dos imigrantes, no bairro do Brás. Em 1911, a cidade ganhou seu Teatro Municipal, obra do arquiteto Ramos de Azevedo, celebrizado como sede de espectáculos operísticos, tidos como entretenimento elegante da elite paulistana. A industrialização se acelera após 1914 durante a Primeira Grande Guerra mas o aumento da população e das riquezas é acompanhado pela degradação das condições de vida dos operários que sofrem com salários baixos, jornadas de trabalho longas e doenças. Só a gripe espanhola dizimou oito mil pessoas em quatro dias. Os operários se organizam em associações e promovem greves, como a que ocorreu em 1917 e parou toda a cidade de São Paulo por muitos dias. Nesse mesmo ano, o governo e os industriais inauguram a exposição industrial de São Paulo no sumptuoso Palácio das Indústrias, especialmente construído para esse fim. O optimismo era tamanho que motivou o prefeito de então, Washington Luis, a afirmar, com evidente exagero: "A cidade é hoje alguma coisa como Chicago e Manchester juntas". Na década de 20, a industrialização ganha novo impulso, a cidade cresce (em 1920, São Paulo tinha 580 mil habitantes) e o café sofre mais uma grande crise. No entanto, a elite paulistana, num clima de incertezas mas de muito optimismo, frequenta os salões de dança, assiste às corridas de automóvel, às partidas de futebol, às demonstrações malabarísticas de aeroplanos, vai aos bailes de máscaras e participa de alegres corsos nas avenidas principais da cidade. Nesse ambiente, surge o irrequieto movimento modernista. Em 1922, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Luís Aranha, entre outros intelectuais e artistas, iniciam um movimento cultural que assimilava as técnicas artísticas modernas internacionais, apresentado na célebre Semana de Arte Moderna, no Teatro Municipal. Com a queda da bolsa de valores de Nova Iorque e a Revolução de 1930, alterou-se a correlação das forças políticas que sustentou a "República Velha". A década que se iniciava foi especialmente marcante para São Paulo tanto pelas grandes realizações no campo da cultura e educação quanto pelas adversidades políticas. Os conflitos entre a elite política, representante dos sectores agro-exportadores do Estado, e o governo federal, conduziram à Revolução Constitucionalista de 1932 que transformou a cidade numa verdadeira praça de guerra, onde se inscreviam os voluntários, se armavam estratégias de combate e se arrecadavam contribuições da população amedrontada mas orgulhosa de pertencer a uma "terra de gigantes". A derrota de São Paulo e sua participação restrita no cenário político nacional coincidiu, no entanto, com o florescimento de instituições científicas e educacionais. Em 1933, foi criada a Escola Livre de Sociologia e Política, destinada a formar técnicos para a administração pública; em 1934, Armando de Salles Oliveira, interventor do Estado, inaugurou a Universidade de São Paulo; em 1935, o Município de São Paulo ganhou, na gestão do prefeito Fábio Prado, o seu Departamento de Cultura e de Recreação. Nesse mesmo período, a cidade presenciou uma realização urbanística notável, que testemunhava o seu processo de "verticalização": a inauguração, em 1934, do Edifício Martinelli, maior arranha-céu de São Paulo, à época, com 26 andares e 105 metros de altura! A década de 40 foi marcada por uma intervenção urbanística sem precedentes na história da cidade. O prefeito Prestes Maia colocou em prática o seu "Plano de Avenidas", com amplos investimentos no sistema viário. Nos anos seguintes, a preocupação com o espaço urbano visava basicamente abrir caminho para os automóveis e atender aos interesses da indústria automobilística que se instalou em São Paulo em 1956. Simultaneamente, a cidade cresceu de forma desordenada em direcção à periferia gerando uma grave crise de habitação, na mesma proporção, aliás, em que as regiões centrais se valorizaram servindo à especulação imobiliária. Em 1954, São Paulo comemorou o centenário de sua fundação com diversos eventos, inclusive a inauguração do Parque Ibirapuera, principal área verde da cidade, que passou a abrigar edifício diversos projetados pelo arquitecto Oscar Niemeyer. Nos anos 50, inicia-se o fenómeno de "desconcentração" do parque industrial de São Paulo que começou a se transferir para outros municípios da Região Metropolitana (ABCD, Osasco, Guarulhos, Santo Amaro) e do interior do Estado (Campinas, São José dos Campos, Sorocaba). Esse declínio gradual da indústria paulistana insere-se num processo de "terciarização" do Município, acentuado a partir da década de 70. Isso significa que as principais actividades económicas da cidade estão intrinsecamente ligadas à prestação de serviços e aos centros empresariais de comércio (centros comerciais, hipermercados, etc). As transformações no sistema viário vieram atender a essas novas necessidades. Assim, em 1969, foram iniciadas as obras do metro na gestão do prefeito Paulo Salim Maluf. A população da metrópole paulistana cresceu na última década, de cerca de 10 para 16 milhões de habitantes. Esse crescimento populacional veio acompanhado do agravamento das questões sociais e urbanas (desemprego, transporte colectivo, habitação, problemas ambientais ...) que nos desafiam como "uma boca de mil dentes" nesse final de século. No entanto, como dizia o grande poeta da cidade, Mário de Andrade: "Lá fora o corpo de São Paulo escorre vida ao guampasso dos arranhacéus"
Fonte: http://pt.fifa.com/worldcup/destination/cities/city=1047/index.html
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São Paulo (BRA)
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